Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade.

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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Indicação e filme: Morrendo e Aprendendo

 
 

Em 1959, em São Francisco, a telefonista Penny Washington deixa seus três filhos para ir trabalhar no turno da noite. O tímido cantor Harrison Winslow fica com medo do palco e desiste de sua apresentação. A garçonete Julia é proposta em casamento por seu namorado e não aceita; logo ela se arrepende e vai atrás dele.  O ladrão Milo Peck tenta recuperar uma valiosa coleção de selos que ele roubou de um garoto.
 
 
Eles embarcam em um ônibus e o motorista Hal se distrai enquanto está dirigindo e tem um sério acidente onde ele e os passageiros morrem. Neste meio tempo, Frank Reilly está levando sua esposa grávida Eva Reilly para o hospital. Frank consegue se desviar do ônibus, mas Eva fica nervosa e tem o neném no carro. As almas dos quatro passageiros tornam-se os anjos da guarda e amigos invisíveis do menino Thomas Reilly. Sete anos depois, Penny, Julia, Harrison e Milo concluem que eles estão prejudicando o garoto e eles decidem ficar invisíveis também para ele.
 
 
Trinta e poucos anos depois, Hal retorna com seu ônibus para buscá-los e o quarteto descobre que tiveram todos aqueles anos para resolver as pendências de suas vidas. Eles pedem para Hal “enrolar” e dar um pouco mais de tempo para eles resolverem suas pendências e eles decide aparecer para Thomas, que é um homem de negócios durão e indeciso em relação a seu relacionamento com sua namorada Anne, e pedem para ele ajudá-lo a resolver seus problemas para se tornarem almas livre. No final, Thomas também se torna um homem melhor.
 
 
Morrendo e Aprendendo” é um dos filmes mais adoráveis dos anos 90. O escritor usa a ideia central do bem sucedido “Ghost” (1990) para fazer uma comédia espirituosa e deliciosa, com efeitos especiais estado-de-arte em 1993.
 
 
Kyra Sedgwick, Tom Sizemore, Alfre Woodard, Charles Grodin e Robert Downey Jr. mostram uma química fantástica e parecem estar se divertindo durante as filmagens deste filme. Kyra Sedgwick mostra um belo sorriso o tempo todo e Robert Downey Jr. está hilário. A presença de B.B. King dá um tom de cult a este filme, que tem uma mensagem positiva no final. Eu não me lembro quantas vezes eu assisti este filme em VHS nos anos 90. Ontem eu vi “Morrendo e Aprendendo” em DVD pela primeira vez e eu só lamento que não tenha nenhum extra, apenas o filme.
 
 
 


 
 

COMO CONSEGUIR A UNIÃO NO MEIO ESPÍRITA E COMO CONSEGUIR A PRÁTICA DO ECUMENISMO









(**) “Une-te aos outros, sem exigir que os outros se unam a ti.” Emmanuel.
(**) “A união fraternal é o sonho sublime da alma humana, entretanto, não se realizará sem que nos respeitemos uns aos outros, cultivando a harmonia, à face do ambiente que fomos chamados a servir”. Emmanuel
(**) livro Fonte Viva, Chico Xavier, espírito Emmanuel, sobre “União Fraternal”, pág. 113.
Neste novo milênio, mais especificamente na segunda metade de sua primeira década, nós espíritas podemos auspiciosamente sorrir. Explico: a união entre os espíritas começa a caminhar. É fato que ainda timidamente, mas o processo iniciou-se em várias regiões do nosso país.
Dentre várias cidades que caminham nessa bendita direção, tive a feliz oportunidade de conhecer uma delas que é um caso exemplar de união entre espíritas. Um modelo a ser seguido. O objetivo principal deste texto é aproveitar a experiência desse grupo de Casas Espíritas que se uniu, para passar ao leitor os procedimentos que foram adotados para que tal evento ocorresse. Mas antes de falar sobre esses procedimentos, vejamos algumas considerações.

Por que a união entre as Casas Espíritas é necessária?
Sem nunca nos esquecermos de que, n’O livro dos médiuns (cap. XXVI, item 292, questão 22), Kardec esclarece-nos que o objetivo essencial e exclusivo do Espiritismo é nosso particular desenvolvimento espiritual, por outro lado o próprio mestre de Lion reforça que o Espiritismo tem como um dos seus mais importantes objetivos cooperar na formação de uma nova sociedade terrena. Em sintonia com essa abrangente proposta, é vital que façamos um questionamento a nós mesmos: Como ajudar na formação de uma nova sociedade, se uma de nossas marcantes e inadequadas características é falarmos para nós mesmos?

Reflitamos:
Fora do nosso meio, somos atuantes na divulgação espírita?
Temos programas de TV nos principais canais abertos do país?
Temos programas de Rádio nas principais emissoras comerciais?
Vê-se hoje colunas espíritas nos jornais de maior divulgação do país?
Sabemos que as respostas às questões acima não são alentadoras. No entanto, as reflexões que delas brotam levam-nos a encontrar a resposta à pergunta: “Por que a união entre as Casas Espíritas é necessária?” Podemos deduzir que, além do exercício da fraternidade que a união enseja, que é o seu efeito mais importante, ela – a união – propiciará as condições materiais, isto é, os recursos financeiros para investirmos na divulgação do Espiritismo ao grande público não-espírita, contribuindo, então, para a formação de uma nova sociedade. Daí a importância da união.

Uma importante observação:
Para que nós espíritas não nos coloquemos como os únicos artífices do embasamento de uma futura sociedade justa e mais espiritualizada, transcrevo lúcida opinião do confrade Cezar Braga Said (Reformador, novembro/2006, FEB, pág. 18). Em seu comentário, transcrito a seguir, o citado articulista tem como foco nossa mudança interior, que é o primeiro e fundamental passo para a formação de uma nova sociedade, haja vista que não há como chegarmos a uma sociedade onde todos convivam em paz, se esta – a paz – não reinar em nosso interior.
Diz Cezar Said:
“Admitir o Espiritismo como caminho único para conquista da paz interior é assumir uma postura nitidamente fundamentalista e contrária à opinião dos Espíritos Superiores.”
Nosso companheiro Cezar Said expõe em seu artigo a fonte que avaliza seu comentário, Allan Kardec, conforme afirmação do insigne Codificador na nota à questão 982 d’O livro dos Espíritos:
“(…) O Espiritismo ensina o homem a suportar as provas com paciência e resignação, afasta-o dos atos que possam retardar-lhe a felicidade, mas ninguém diz que, sem ele, não possa ela ser conseguida.”
Portanto, para que cada vez mais tenhamos consciência de que, além do Espiritismo, outras religiões e filosofias irão formar pares para atingirmos a almejada chegada do Mundo de Regeneração, trabalhemos a união entre nós espíritas… com humildade.

O que retarda a união?
O que ainda retarda o avanço desse processo de União – que felizmente começou – são duas essenciais atitudes ainda vigentes em expressiva parcela de nossas Casas Espíritas: o personalismo e o dogmatismo.
No livro Unidos pelo amor, psicografia de Wanderley Soares de Oliveira (Dufaux), o eminente irmão maior Bezerra de Menezes alerta-nos e orienta-nos: “Criatividade e desapego são credenciais de luz ante as lufadas do dogmatismo e do personalismo”. De forma clara e inequívoca, o benfeitor Bezerra de Menezes diz que se formos criativos e desapegados, a tendência natural será o fim do personalismo e do dogmatismo ainda reinante em nosso meio, e que, repetindo e reforçando, tanto retarda nossa união.



Um modelo a ser seguido
No ano de 2006, visitando uma das cidades do querido estado de Minas Gerais, deparei-me com um grupo de espíritas que conseguiu unir acima de 95% das Casas e da liderança espírita daquela região (100% seria a perfeição!). Interessei-me em estudar o porquê daquela cidade ter conseguido esse intento tão almejado por todos nós. E descobri uma feliz “coincidência”. Seus líderes exerceram o desapego e a criatividade, procedimentos esses citados por Bezerra de Menezes como os instrumentos para abolir o personalismo e o dogmatismo.
Friso que, na cidade a que me refiro, não só a união entre os espíritas faz-se presente, mas também o ecumenismo. Sobre o ecumenismo, ocorre até de oradores espíritas serem convidados por líderes de outras religiões a proferirem palestras em suas comunidades. Religiosos esses adeptos de religiões que, em muitas outras cidades, seus líderes são fortes e agressivos combatentes do Espiritismo.
Perdoe-me, caro leitor, em não lhe satisfazer sua natural curiosidade: “que cidade é esta?”. Creio que mais importante do que citar o nome da cidade é passar as lições a serem aprendidas por todos nós. Mas para efeito de facilitar a leitura deste texto, irei batizá-la de cidade visitada.



Desapego e Criatividade, eis os instrumentos da União e do Ecumenismo
Aprendamos como a união ocorreu na cidade visitada: seus líderes espíritas observaram que cada Centro Espírita tinha diversas atividades, no entanto cada um deles destacava-se principalmente em uma dessas atividades. Explicando melhor, o Centro Espírita “A” ofertava Evangelização Infantil, Campanha do Quilo, Atendimento aos Idosos etc., mas a eficácia e os bons resultados estavam mais presentes na Evangelização Infantil; por outro lado, o Centro Espírita “B” oferecia todas as atividades citadas, mas a eficácia e os bons resultados estavam mais presentes na Campanha do Quilo. E assim sucessivamente.
Em face da realidade descrita, que fizeram os líderes espíritas da cidade visitada? Eles chegaram a um acordo, que relato a seguir. Quando o Centro Espírita “B”, que melhor trabalha a Campanha do Quilo, fosse angariar alimentos para essa atividade, todos os demais Centros Espíritas se uniriam para cooperar com o Centro Espírita “B”; quando o Centro Espírita “A”, que melhor trabalha a Evangelização Infantil, ofertasse essa atividade, todos os demais Centros Espíritas se uniriam para levar as crianças ao Centro Espírita “A”.
Caro leitor, pergunto-lhe: que nome melhor define esse procedimento dos Centros Espíritas? Pense um pouco e chegará a conclusão que a palavra certa é desapego.
Em vez dos diversos Centros Espíritas ofertarem “tudo” à comunidade, exerceram a criatividade e o desapego. Passaram várias atividades para os outros Centros Espíritas, e ficaram apenas com aquela atividade em que fossem os melhores. Simples, não? Simples, sim, mas muito difícil de praticar, se não exercermos o desapego.
Caro leitor, aparentemente saindo do nosso tema, você sabia que o motor de um carro Ford (por exemplo) tem componentes de mais de 100 fornecedores diferentes? Mas, por que essa atitude da Ford? Bem, se a Ford quisesse construir um motor com componentes fabricados por ela mesma, certamente o motor não teria a imprescindível alta qualidade, pois é impossível ser especialista em tudo.
O que faz então a Ford? Ela adquire o carburador da empresa que melhor o fabrica; as velas da empresa que melhor as fabricam; os pistões da empresa que melhor os fabricam etc. E, por meio da união harmônica de diversos especialistas, chega a expressivo resultado final.
Percebeu, caro leitor, que, em relação à união das Casas Espíritas, o exemplo citado da Ford (ou de qualquer outra empresa) foi o procedimento que a cidade visitada adotou em relação à união espírita? Por que não adotarmos essa estratégia? Isto é:
a. Por que não nos desapegarmos de tantas atividades que ofertamos?
b. Por que não nos reunirmos inicialmente com dois ou três líderes espíritas de nossa região e propormos a estratégia adotada pela cidade visitada?



Atenção: Não nos iludamos. Não pensemos que num primeiro momento seja possível adotar essa estratégia entre todos os Centros Espíritas de nossa região. Se conversarmos fraternalmente com dez Centros Espíritas de nossa região divulgando a proposta, e apenas três aderirem ao projeto, ótimo. O importante é começar. As adesões de outros Centros Espíritas tenderão a vir com o tempo.



União no meio espírita é “conseqüência”
Propagar que nós espíritas “precisamos nos unir” é a forma mais inadequada de conseguirmos efetivamente a união. E, infelizmente, isso é o que mais fazemos.
Ao contrário do que pode parecer, deixo claro que não podemos ser contrários aos discursos que propagam a importância da união, pois tudo começa no discurso. Tanto é que nosso amado Bezerra de Menezes tem-nos brindado com belíssimos e diversos discursos sobre esse tema.
Certamente, o discurso é o importante primeiro passo na concretização da união. Quando no parágrafo anterior afirmei que a forma mais inadequada de conseguirmos efetivamente a união é propagar que nós espíritas “precisamos nos unir”, quis dizer que esse tipo de discurso perde o sentido quando chega aquele momento em que efetivamente dispomo-nos a sair da idealização, a sairmos do “sonho”, isto é, quando chega aquele momento em que realmente queremos “fazer acontecer” a união. Quando esse sagrado momento chegar, é preciso que mudemos nosso discruso, conforme a sugestão que segue:

De: Precisamos vivenciar a união no meio espírita.
Para: Precisamos praticar duas principais atitudes em relação à nossa convivência com as outras Casas Espíritas:
a. exercitar a tolerância entre a liderança;
b. termos projetos comuns.
Se formos tolerantes no nosso meio espírita e tivermos projetos comuns, a tão almejada união será simples e natural conseqüência!
Portanto, a receita é:
a. exercer a tolerância entre a liderança espírita;
b. termos projetos comuns entre diferentes Casas Espíritas.
Através do exercício da criatividade e do desapego, a cidade visitada é exemplo de prática e vivência dos dois itens citados logo acima. E com isso conseguiu a união entre as Casas Espíritas!
Atenção: Comentei sobre um modelo de união espírita que deu certo, isso não quer dizer que esse seja único. Certamente há muitas outras formas de conseguirmos a união no meio espírita, mas, qualquer que seja o modelo que adotemos, uma qualidade sempre será necessária: o exercício da tolerância!



Adendo: Praticando o ecumenismo
 
O foco de todo o texto acima foi “como conseguirmos a união das Casas Espíritas”, mas não podemos deixar de comentar como a cidade visitada também conseguiu implantar o ecumenismo. Isto é, como as diversas religiões daquela cidade passaram a conviver de forma harmônica.
Se a criatividade e o desapego foram fundamentais para acontecer a união entre os espíritas da citada referência, a criatividade foi essencial para a vivência do ecumenismo. Relato a sgeuir como tal intento concretizou-se.
Tornou-se tradição na cidade visitada um evento ecumênico anual patrocinado pelo Movimento Espírita. Os líderes de diversas religiões, e toda a comunidade, são convidados a participarem desse evento, onde há deliciosos chás e biscoitos. Como, além do objetivo ecumênico, esse evento visa a arrecadar recursos para obras assistenciais, cada participante contribui com determinado valor monetário. Além dos chás e biscoitos, são apresentados conjuntos musicais espíritas que não só energizam favoravelmente o ambiente como também mostram aos não-espíritas que as músicas espíritas têm muita sintonia com os preceitos das demais religiões, falam sobre Jesus, e não sobre galinha preta; falam sobre amor, e não sobre como “amarrar” o inimigo para conseguir objetivos escusos…
Mas vejo que um dos pontos altos do evento é uma palestra proferida por um orador espírita convidado. Essa palestra trata de temas pertinentes com o desenvolvimento espiritual. No entanto, em respeito aos líderes e aos adeptos de outras religiões presentes no evento, nada se comenta sobre o Espiritismo. Nessa palestra, os integrantes das demais religiões sabem que o orador é espírita. Na apresentação do orador é mencionado o fato de ele ser espírita. Durante o transcorrer da palestra, os ouvintes não-espíritas percebem que ele profere nomes e termos que também estão presentes em sua igreja ou instituição religiosa como “Jesus”, “Deus”, “amor”, “afetividade” e outros. Com essa forma do orador desenvolver o tema da palestra, acaba o estigma de que Espiritismo é coisa de demônio ou tem que ver com galinha preta na esquina. Vencido esse preconceito, o ecumenismo tende a passar a ser realidade, que foi o que ocorreu na cidade visitada.
Com esse evento anual, a cidade visitada conseguiu mostrar à comunidade não-espírita a singeleza, o espírito fraterno, as bases sólidas e a racionalidade do Espiritismo. E conforme a explicação de Kardec já citada, a melhor forma de eliminar os críticos do Espiritismo é por meio de sua divulgação:
“Uma publicidade numa larga escala, feita nos jornais mais divulgados, levaria ao mundo inteiro, e até aos lugares mais recuados, o conhecimento das idéias espíritas, faria nascer o desejo de aprofundá-los, e, multiplicando os adeptos, imporia silêncio aos detratores que logo deveriam ceder diante do ascendente da opinião.”
Obras póstumas, “Projeto 1868
 
No caso, por meio do seu evento anual, os líderes espíritas da cidade visitada divulgam o Espiritismo de forma discreta e eficaz, e com isso, ao mesmo tempo em que estimulam o desaparecimento dos seus detratores, incentivam a pratica do ecumenismo.
Finalizando, um outro fator que facilitou que pessoas de outras religiões aceitassem o Espiritismo na cidade visitada, foi a forma que muitas dessas pessoas não-espíritas começaram a raciocinar depois que passaram a conviver com os espíritas. Diziam: “se fulano é uma pessoa boa, honesta e é espírita… se beltrano é honesto e uma boa pessoa e é espírita… se sicrano é gente boa e é espírita… esse negócio não pode ser coisa ruim.” Esse proceder atesta o que Kardec asseverou no livro Obras póstumas, quando informou-nos que a conduta dos espíritas é que chamaria a atenção das pessoas. Conclusão: se formos exemplos de conduta, com mais facilidade o ecumenismo passará a ser realidade.
 
(*) Texto extraído do livro Aprimoramento Espírita (pág. 201 a 209), de Alkíndar de Oliveira, Editora Truffa

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Filme: Se eu ficar

 
 
Ontem estreou o filme "Se eu ficar" - adaptação do livro do mesmo nome da escritora americana Gayle Forman.
 
A trama é outra adaptada de um assíduo frequentador da lista de livros mais vendidos — desde seu lançamento, no início de agosto, a obra ocupa o segundo lugar do ranking, logo atrás de A Culpa, de Green. O livro acompanha o terrível dia de uma garota de 17 anos que se vê entre a vida e a morte após um acidente de carro com a família. No saldo final muitos lenços de papel utilizados...
 
Mia (Chloe Grace Moretz) é um prodígio do violoncelo. Sua paixão pelo instrumento chama a atenção de Adam (Jamie Blackley), o garoto roqueiro da escola, que se apaixona por ela após ouvi-la tocar. Coincidentemente, os pais de Mia (vividos por Mireille Enos e Joshua Leonard) são grandes fãs do rock, que deixaram as jaquetas de couro e a vida louca para cuidar dos filhos. Ao lado do irmão mais novo, Teddy (Jakob Davies), Mia e seus parentes pintam a encarnação da família dos sonhos de muitos adolescentes, com uma vida de liberdade e música no último volume.
A perfeição é interrompida logo no começo do filme por um grave acidente de trânsito, que deixa Mia em coma e seu espírito vagando pelo hospital, enquanto assiste ao desenrolar dos fatos sem conseguir interferir na tragédia. O único poder que ela descobre ter é o da escolha: se quiser ficar e encarar a nova e triste fase de sua família, ela pode reunir forças e sobreviver.

Assisti ontem e gostei muito...
E para quem for assistir, uma dica: Vão munidos de lencinhos...

 

Porta de Luz

 
 
 

Os desafios que Deus nos propõe são sempre os melhores pra nós.
Por vezes entendemos serem difíceis demais, outras vezes encaramos, nos machucamos….em outras ocasiões desistimos.
Mas para aqueles que se mantiverem firmes, entendendo que tudo é para o seu aprimoramento, e encararem de frente, lindas portas de luz se abrirão. A força que adquirimos quando nos determinamos a seguir com fé e esperança é tão grandiosa, que quando olharmos pra trás veremos que tudo que passamos foi muito maravilhoso e correto. Nada é em vão, não existe o acaso, se fosse pra nos fazer sofrer Deus não permitira que tal acontecimento fosse executado.
Ninguém poderá viver por mim algo que um dia me tornará mais sábio, mais experiente, mais conhecedor de como é a vida.
Só eu posso sentir isto.
A dor, a lágrima, o desespero, a mágoa….são remédios amargos, mas que nos curam de diversos males.
Eu gostaria que todos um dia pudessem absorver isso.
Tudo iria doer menos, tudo seria mais fácil.
Estou lutando comigo para incorporar este pensamento também.
Despretensiosamente escrevo estas breves palavras, sempre agradecendo a atenção e o carinho de todos. Sei que preciso aprender tudo nesta vida ainda, mal comecei a engatinhar.
Mas quero deixar aqui registrado que quando eu começar a engatinhar, meus joelhos irão doer, e entenderei que esta dor me tornará apto para que um dia eu venha a caminhar em pé, e dar muito valor nisso….
Muita paz, e muita luz pra você meu irmão, minha irmã…
 
Oceander Veschi
Fisioterapeuta e eterno aprendiz de Jesus. Trabalha na divulgação da doutrina espírita e em diversas frentes de serviço na Associação Espírita à Caminho da Luz (AELUZ) em São José do Rio Preto - SP.
 
Fonte: agendaespíritabrasil.com.br
 
 
 

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Livro: Amor além de tudo - Inácio Ferreira e Wanderley Oliveira




 
 Resenha: Amor além de tudo é um lançamento da Editora Dufaux. Trata-se de uma obra do Dr. Inácio Ferreira enviada através da psicografia de Wanderley Oliveira.

Neste livro, o querido Dr. Inácio está trabalhando no hospital Esperança - citado na obra Fala Preto Velho - juntamente com Manoel Roberto e Dona Modesta, personagens presentes em suas narrativas ditadas ao médium Carlos Baccelli.

Entre um atendimento e outro a seus pacientes ou uma prosa com seus confrades, Dr. Inácio traz inúmeras reflexões sobre o atual movimento espírita - que considera dividido entre conservadores e renovadores - bem como fornece informações importantes sobre a vida no Mundo Espiritual.

Conservadores cumprem a tarefa de orientar o caminho pela estrada pavimentada. Renovadores cumprem a tarefa de mostrar outros caminhos que levam ao mesmo lugar. (página 31)
 No capítulo 4, por exemplo, Dr. Inácio descreve o caso de Marcondes, um homem que foi um grande líder do movimento espírita e que agora encontra-se internado no hospital Esperança, sofrendo de "delírio de grandeza" e com seu corpo mental inferior preso na casa espírita que dirigia. No diálogo entre o médico e o paciente, encontramos muitas lições. Cito aqui o trecho onde Marcondes demonstra seu desprezo pelos irmãos umbandistas e as orientações que recebe do Dr. Inácio.
- Então pra você umbandista é atrasado?
-E não é? Podemos até considerar a umbanda como um degrau ao espiritismo, mas isso não tira dos umbandistas a condição de inferioridade em relação aos espíritas.
-Marcondes, será que você se esqueceu por qual motivo saiu das alas de educação aqui do hospital?
-Por conta daquele terreiro de perturbados que vocês mantém aqui. Umbanda no mundo espiritual é demais para mim! (...)
Abra seus olhos meu irmão. Sua interpretação não representa a verdade. Você age como se representasse Deus. Liberte-se dessa arrogância, dessa vontade de querer centralizar e controlar tudo (...) Existem muitas pessoas afirmando trabalhar pelo espiritismo nessa condição: amam a causa e detestam quem não vive conforme seus padrões de entendimento. Isso é loucura!




Temos ainda o caso de Farias, que guardava grande mágoa dos "irmãos espíritas" pois enquanto encarnado perdeu um importante cargo na federação, pois queria unificar o ideal espírita
- Eu sinto ódio Doutor (...) ódio, ódio, ódio! (página 57)
Vencer a dor da mágoa e superar a ilusão de ser vítima da vida é um desafio aceito por poucos. Vencer a carapaça do egoísmo e olhar para si com realismo é doloroso.
No capítulo 7, Dr. Inácio irá conhecer Frederico, um médico xamã, especialista em tratamento de cordões energéticos através da física quântica. E adivinhem quem irá passar por este tratamento? O Marcondes, após entrar em coma.

Também temos o caso de Estela, cujo corpo mental inferior está preso ao espírito de Igor, que viria a ser seu filho aqui na Terra. Em um atendimento com o Pai João de Angola, a equipe espiritual desliga estes dois espíritos, trazendo alívio para ambos.

Ficha Técnica:
Médium:Wanderley Oliveira
Espírito:Inácio Ferreira
Gênero:Romance
Páginas:252
 


 












Trilogia da vida espiritual - Parte 3 - As relações entre os espíritos e nós...



Encerrando esta trilogia, os apresentadores tratam da interferência que os espíritos desencarnados estabelecem com os encarnados, através da sintonia de pensamentos, emoções e ideias em comum, desmistificando, também, o conceito de obsessão.

 
Fonte: noticiasespiritas.blogspot

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Acontece em Setembro - Eventos Espíritas

SETEMBRO





Conferências de Divaldo Franco no Rio de Janeiro
Comemorando 67 anos de divulgação espírita, Divaldo Pereira Franco estará na cidade do Rio de Janeiro no mês de setembro, como faz anualmente,  para mais um ciclo de palestras: dia 03, 14h às 18h, Seminário na Casa de Espanha; dia 04, 20h, no G.E. André Luiz; dia 05, 20h, na Concha Acústica da UERJ; dia 06, 09h, na Federação Espírita Brasileira; dia 07, das 09h às 17h, no Feirão Pró Mansão do Caminho (Museu Militar - Quinta da Boa Vista); dia 08, 19h, no Museu Militar; dia 09, 19h, no Ginásio do Tamoyo Esporte Clube, na cidade de Cabo Frio.

Evangelho e Educação
Acontece de 19 a 21 de setembro a 10ª Jornada da AMEEES (Associação Médico-Espírita do Estado do Espírito Santo), com o tema central "Evangelho e Educação - Caminho para Saúde". Vários expositores abordarão temas da atualidade na visão espírita, ocupando as dependências Teatro Universitário Ufes - Campus Goiabeuiras, na cidade de Vitória/ES. Mais informações e inscrições em www.ameees.org.br.

Congresso Espírita
Com o tema "Espiritismo e Evangelho", acontece nos dias 26 a 28 de setembro o 3º Congresso Espírita do Maranhão. O evento é uma realização da Federação Espírita do Maranhão, e ocupará as dependências do  Centro de Convenções da Universidade Federal do Maranhão, na cidade de São Luiz. Os palestrantes Divaldo Franco, Alberto Almeida, Marcel Mariano e Sandra Borba estarão presentes. Informações e inscrições: congresso@femar.org.br  e (98) 3232-9907.

Espiritismo em Tocantins
O 3º Congresso Espírita do Estado de Tocantins terá como tema central “O Evangelho segundo o Espiritismo” e será realizado no período de 12 a 14 de setembro no Glamour do Lago, em Araguaína. O evento é uma realização da Federação Espírita do Estado de Tocantins (FEETINS) e contará com as presenças de Afonso Chagas Corrêa, Divaldo Pereira Franco, Lacordaire Abrahão Faiad e Suely Caldas Schubert.  As inscrições estão abertas e podem ser feitas no site www.congresso.feetins.org.br.

Encontro em Araraquara
Priorizando oficinas para transformar teoria em ação concreta, o Encontro Anual Cairbar Schutel (EAC) chega à sua 4ª edição, acontecendo nos dias 20 e 21 de setembro, na cidade de Araraquara, com o tema central "Faça o Bem Sempre", em comemoração aos 150 anos de lançamento de O Evangelho segundo o Espiritismo.  O evento acontece nas dependências da UNIP Araraquara, e é organizado pelo Instituto Cairbar Schutel. Informações e inscrições: www.institutocairbarschutel.org

Trilogia da vida Espiritual - Parte 2: O Cotidiano no além
















Neste segundo episódio, os apresentadores tratam da condição do espírito no mundo espiritual utilizando, para isso, dois caminhos: o lógico, filosófico - que é o entender o ensinamento dos espíritos e assim compreender a condição daquele mundo -, e os relatos já que, por ser uma ciência, o espiritismo não pode tratar este assunto com misticismos.

 
Fonte: noticiasespiritas.blogspot.com.br

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Livro: Desafiando o destino - Rose Elizabeth Mello



Resumo: Lançamento da Editora Vida & Consciência, Desafiando o destino é um romance, escrito por Rose Elizabeth Mello com inspiração de seu mentor Yann. A história começa em 1855. Louise é uma jovem impetuosa, que não mede esforços para atingir seus objetivos. Ela vive no interior de São Paulo, com seus pais Catarina e Amilcar - um próspero cafeicultor da região do Vale do Paraíba -  e com os irmãos Isabelle e Robert. Apesar da vida confortável, o sonho de Louise é viver na corte, no Rio de Janeiro. Num jantar oferecido em sua residência, conhece o médico Homero e vê nele o caminho para sua ascensão social. O problema é que Homero já é noivo da frágil Sophie e não demonstra nenhum interesse por Louise.

Inspirada por sua ambição, Louise tem a ideia de dizer que está grávida de Homero para forçar um casamento com ele, mas na verdade ela está grávida do feitor Bruno, funcionário da fazenda de seu pai. Louise leva essa ideia pra frente, causando enorme sofrimento aos seus familiares, a Homero e principalmente a Sophie, que acaba atentando conta a própria vida. Apesar de tudo, Louise continua demonstrando imensa frieza de sentimentos e termina esta fase do livro de acordo com seu merecimento.

A partir do capítulo 13, a história salta para o ano de 1971 e passa a contar uma nova encarnação de Louise, desta vez retornando como Camila, uma jovem pobre, que mora no sertão nordestino com seus pais e irmãos. Apesar de ter sofrido muito enquanto estava na erraticidade e de ter feito a proposta de se renovar espiritualmente, Louise/Camila continua ambiciosa. Cortez, um jovem escravo que trabalhava na fazenda de Amilcar, será seu guardião. Será que ele terá sucesso em tão difícil missão?

Além de Camila, conheceremos a inglesa Anne que se muda para o Brasil com a pequena Fay, fruto de um relacionamento acabado com Edward. Anne conhece Salviano (Homero) com quem acaba se casando. Salviano é um famoso advogado, que apesar de ter bom coração é vaidoso demais. Os destinos dessa família e de Camila irão se cruzar, pois a jovem consegue se mudar para o Rio de Janeiro e se forma em Direito, graças às suas táticas ardilosas e passando por cima de tudo e de todos.

Salviano é separado de Theodora, com quem teve Alícia. No decorrer da história, Alícia irá conhecer Marina e a Doutrina Espírita, levando alento à mãe e para outros personagens da trama.

Ficha Técnica:
Autor: Rose Elizabeth Mello   
Categoria: Romance
Paginas: 416

Comentário:
O livro é excelente! É daqueles que você lê sem parar. Os personagens são muito bem construídos e a cada capítulo conhecemos novas revelações. O tema central é a reencarnação e a Lei de Causa e Efeito. Nem todos os personagens estiveram juntos em vidas passadas e alguns sintonizam com espíritos infelizes devido às suas próprias más tendências e não devido a débitos pretéritos. Quando à arte gráfica, o conforto para leitura é total, com fonte grande e fundo branco.




TRILOGIA DA VIDA ESPIRITUAL - PARTE 1: DESMISTIFICANDO AS CIDADES ESPIRITUAIS (Programa Universo Espírita - 25/07/2014)









Em três episódios, os apresentadores vão dialogar acerca de questões envolvendo a vida depois da vida. Neste primeiro episódio, vamos tratar das cidades/colônias espirituais. Elas existem? Se sim, onde ficam? E como são de verdade?

 
 
Fonte:noticiasespiritas.blogspot.com.br